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À margem e na tela

’15’, filme de Cingapura de 2003, do diretor Royston Tan, é uma obra frenética e impactante, que dá voz a uma juventude que muitas vezes tentamos colocar à margem, ou apenas decidimos não enxergar. Continuar lendo “À margem e na tela”

A vida como ela é

‘Serbis’ (Serviço), filme filipino de 2008, é mais uma obra do aclamado diretor Brillante Mendoza. E como sempre, ele joga o politicamente correto para o espaço e mostra a realidade nua na tela. Continuar lendo “A vida como ela é”

Um amanhã que nunca chega

Quitting (Zuotian, título original), filme chinês de 2001, do diretor Zhang Yang, pode ser definido como 112 minutos de agonia. Esse sentimento aumenta ainda mais ao saber que o filme é baseado em uma história real e irrompe quando os créditos jogam na tela que os atores interpretando os protagonistas são as pessoas que viveram esses fatos. Continuar lendo “Um amanhã que nunca chega”

Um conto sem fadas

‘Henjel gwa Geuretel’, filme coreano de 2007 do diretor Pil-Sung Yim, é uma dark fantasy, uma legítima história nos moldes dos irmãos Grimm. Muitos conhecem os contos dos irmãos alemães por meio de filmes da Disney. Pois esqueça, os norte-americanos destruíram as histórias e as tornaram dramalhões mexicanos água com açúcar. Continuar lendo “Um conto sem fadas”

É apenas mais um corpo

Mórbido seria a melhor tradução para o filme japonês ‘Goth’, de 2008, do diretor Gen Takahashi. Afinal, a atração pela morte, pelos corpos sem vida, sempre despertou certo estranhamento. Continuar lendo “É apenas mais um corpo”

O melhor de dois mundos

Uma palavra define o filme ‘Speed Racer’: diversão. O filme realmente é divertido. A produção é a mais fiel à obra de origem que eu já assisti, mas esse também é o maior defeito do filme. Sem um conhecimento prévio da história – ou seja, ter assistido alguma coisa do anime da década de 1960 – não é tão fácil compreender a trama do filme e os personagens, apesar de algumas vezes a obra apelar para um didatismo exagerado. Continuar lendo “O melhor de dois mundos”

História de sinceridade

Algumas vezes, as histórias simples e singelas são as que mais cativam. Creio que seja assim com “Echoes of the Rainbow”, filme de Hong Kong, lançado em 2010. Pois, afinal, é apenas a história de uma família como qualquer outra, que poderia acontecer na sua ou na minha cassa.

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